Facebook - O momento Placebo

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Como é possível?

Como é possível?

Amar e não poder,
poder e não querer,
querer e não desejar,
desejar e não amar...

Amar e não desejar,
desejar e não poder,
poder e não querer,
querer e não amar...

Amar e não querer,
querer e não poder,
poder e não desejar,
desejar e não amar...

Como é possível tudo ser possível?
Como é possível querer e odiar?
Como é possível
Mesmo "sem querer" poder e amar?

sábado, 10 de setembro de 2011

I'm [fuckin] okey now...


Lembro-me de pensar em muitas coisas...
Agora me pego pensando sobre o fato de que você ria do medo que eu tinha de você me pedir em namoro, lembro de sofrer em silêncio quando eu precisava falar que tenho medo de enjoar de você ou mudar algo sobre eu e você. E você tentando entender o motivo de eu ter tantos medos escondidos por trás da minha 'armadura', tentando entender a minha mania de demonstrar segurança e rigidez a todo momento...
Me pego pensando se eu teria razão sobre viver outro relacionamento. Mas enfim, tudo bem, eu ficarei bem de alguma maneira...

...


Não terei filhos. Pois, nego a transmissão para outra criatura, este legado de miséria e arrependimentos.  Todas essas amarguras aqui carregadas, não serão transmitidas a outrem de jeito ou maneira alguma... Basta! Não farei com outra vida, tudo aquilo que fizeram com a minha, não serei Deus e nem o Diabo por conceber outra criatura nesta vida.

Pois erros são, no final das contas, fundamentos da própria verdade... Se um homem não sabe o que uma coisa significa, já é um avançado conhecimento o simples fato de saber o que ela não é. E por isso no final, não nos lembraremos das palavras daqueles que poderam vir a ser nosso inimigo, mas sim do silêncio e tristeza contida em cada compreensão dos nossos amigos.

Então me pego pensando que sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Antes que insistamos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, assim perdendo também a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver e conquistar...
Perderemos os sentidos, abandonaremos os sentimentos e terminaremos por perder o: você e eu...

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Uma bela mentira...

O que a maioria de nós leva para o relacionamento não é a plenitude do amor, mas sim a carência e necessidade canibalesca pela carne. A carência implica uma ausência dentro de si ou o desejo pelo esquecimento de algo... A carência é uma força poderosa, capaz de criar ilusões destrutivas e necessidades explosivas... Ninguém pode realmente entrar dentro de você e substituir a peça que está faltando, ocupar o lugar reservado por outra pessoa. Tão pouco pode entra em nossas vidas e isso significar a mudança de tudo, a superação de todo o resto. Não importa, hoje eu me amo muito mais do que acredito ter amado ou poder amar outro alguém. Isso é o que importa no final... 
Mas vos digo a respeito do amor: É tudo uma bela mentira!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

E Tenho Dito...



E Tenho Dito...

E a simples sensação do poder tornou tudo mais bonito aquele dia,
Onde as flores pareciam mais coloridas e os pássaros infinitos prantos.
A sensação do poder e do querer se misturavam ao medo do prazer,
Regurgitar sentimentos a muito adormecidos parecia cometer suicídio
E tal idéia tornou tudo cinza e descolorido.

O que fazer quando tudo que se quer é tudo o que não se tem?
E quando o que não se tem é tudo o que não se pode querer?
Pecado ou amor, erro ou salvação, não importa qual extremo esteja
Para mim, tudo o que isso representa cura o mais sujo dos corações...

Desejo da confirmação, vergonha da salvação
E o amor é mantido em sigilo, no segredo mais absoluto.
Feito através dos tempos, mantido e custeado com vidas.
O sentimento é dos mais puros, mas as conseqüências são o mais obscuro...

Então a complexa confirmação, rejubilando em um adormecido feito,
Comprovou a história jamais perdida, relembrou a certeza jamais esquecida:
Ela é tudo o que o pra sempre simboliza, tudo o que o coração duvida,
Ela é o único motivo para permanecer viva.
Em meio a um mundo onde o amor não mais regojiza... E tenho dito.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

café e cigarros, por favor...


 Hoje eu poderia sentar em uma cafeteria a beira de estrada, pedir um bom café e acender um ou dois cigarros só pra começar... Poderia escutar uma radio antiga ao fundo e observar a vida ao meu redor, apenas para saber se estou meio viva ou meio morta...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Aceitação...

Eu queria poder entender tudo que acontece aqui dentro, gostaria de saber quais decisões tomar e reações esperar, levando em conta tantas variáveis ao redor... eu deveria me colocar em teste ou apenas me acomodar nesse estado vegetativo, meio morto meio vivo, chamado "aceitação". É difícil por em risco o despertar de algo adormecido, talvez em sono profundamente leve, talvez já desaparecido.
E assim sobrevivo a cada dia, esquecendo de viver, negando você...